A 100 años de la Reforma Universitaria: saber te hace libre
Redes sociais sobre zika vírus
a homofilia nas redes de pensamento
Autor/es: Amorim, Marina; Coutinho, Raquel; Pereira, Wesley; Guedes, Gilvan;
Tipo de documento: Ponencia
Evento asociado: Jornadas de Jóvenes Investigadores AUGM (26º : 2018 : Mendoza, Argentina) ;
Mesa / Simposio / Comisión: 003 Eje temático n° 3: Ciencias Políticas y Sociales
Fecha: 2018
Cantidad de páginas: 17 p.
Idioma: Portugués
Resumen en Portugués:
O Zika vírus tem sido reconhecido como uma das maiores epidemias do século (Chang et al 2016). Apesar disso, pouco se sabe sobre como as pessoas estão interpretando a doença, como elas dão sentido à vulnerabilidade e se estão colocando o conhecimento adquirido em práticas preventivas. Um estudo anterior mostrou que as percepções em relação ao Zika vírus provavelmente são moldadas pelas próprias experiências do indivíduo com a doença. Por exemplo, a representação social de indivíduos que foram infectadas pelo Zika é formada por significados relacionados aos sintomas mais comuns, como dor e erupção cutânea. Nesta análise, mostramos que os significados que as pessoas atribuem ao zika podem ser agrupados em três grupos de significado, nos quais o histórico pessoal de infecção altera a associação ao grupo no qual ele pertence. Também encontramos importantes efeitos de homofilia nas percepções sobre o zika, causadas principalmente por gênero e histórico de infecção, mas o histórico de infecção não altera a utilização das medidas de autoproteção no domicílio. Foram realizadas 150 entrevistas quanti-quali em um município brasileiro. Depois de codificar os dados qualitativos usando a Técnica Associação Livre de Palavras - TALP (Abric 1994), os dados sobre as evocações relacionadas ao vírus foram modelados usando o modelo de grafos aleatórios exponencial
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